“A POLÍTICA NÃO PODE SER UMA CARREIRA”, DIZ PAULO ROQUE

Segundo a Revista Exame, existem 31 parlamentares que ocupam o cargo há, no mínimo, duas décadas seguidas. Para o advogado e pré-candidato ao Senado (Partido Novo/DF) Paulo Roque, parte da classe política está no mandato, somente pensando na reeleição, e com isso, passam a fazer de tudo para manter-se no poder.

“Não pode ser assim, a política não pode ser uma carreira. Ela deve ser uma missão com tempo determinado, com dois mandatos, no máximo,” disse.

Ele destaca que o partido, do qual faz parte, ataca a maior erva daninha da democracia que é o preenchimento de cargos do executivo, popularmente conhecida como a política do toma-lá-dá-cá.

A legenda também defende apenas uma reeleição a cada um de seus eleitos que terão a obrigação de mostrar à sociedade que é possível fazer política sem roubar o povo.

“Ninguém é insubstituível. Está mais que provado que a reeleição é um dos grandes males da nossa democracia,” afirma.

Paulo defende que a política deve ser pensada para as próximas gerações. “Política não pode ser carreira, política é missão,” finaliza.

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