“Manter Rafael na Educação é insustentável”, diz fundador da Escola sem Partido

EXCLUSIVO! O advogado e fundador da “Escola Sem Partido” Miguel Nagib, disse ao Radar nesta sexta-feira (28/12),  que o futuro secretário de educação do Distrito Federal Rafael Parente, têm posições que se chocam com as promessas de campanha do governador eleito Ibaneis Rocha (MDB), de que a ideologia de gênero não seria introduzida nas escolas do DF. Nagib afirma ainda que o carioca Rafael Parente faz a política do ódio ao atacar o presidente da República, Jair Bolsonaro, “o chamando de “nazista” nas redes sociais

Por Toni Duarte//RADAR-DF

Faltando apenas quatro dias para que os futuros secretários do governo Ibaneis assumam o cargo, a situação de Rafael Parente, escolhido para comandar a Secretaria de Educação do Distrito Federal, fica cada vez mais crítica e insustentável diante da forte pressão da sociedade que cresce contra ele.

“Ele pode ser um grande problema para o governador eleito Ibaneis Rocha por ter posições que contrariam o pensamento de  grande parte da sociedade brasiliense ao querer introduzir a ideologia de gênero nas escolas do DF”, prevê o advogado Miguel Nagib.

Nagib é fundador da Escola sem Partido, uma organização da sociedade civil, criada em 2004, para exigir que sejam respeitados os direitos dos pais de dirigir a educação moral e religiosa de seus filhos.

“Esse cidadão tem posições que se chocam com a promessa feita pelo governador eleito que durante a campanha disse que a ideologia de gênero não seria introduzida nas escolas do seu eventual governo. No entanto, o futuro secretário de educação é radicalmente a favor de que esse assunto esteja dentro das salas de aula”, alertou Miguel Nagib.

Para Nagib  não é fácil controlar a situação atual,  já que dentro da sala de aula o professor de certo modo é quem manda. “Agora o professor vai  se sentir mais encorajado e estimulado pelo chefe que terá poder de exercer forte influência para que os professores sigam a sua posição doutrinária”.

Outro ponto preocupante na opinião de Miguel Nagib, é quanto a política do ódio contra o presidente da República Jair Bolsonaro.

“Ele foi extremamente imprudente ao fazer postagens atacando o presidente da República, Jair Bolsonaro, “o chamando de “nazista” nas redes sociais”, disse.

Nagib acredita que o governador eleito também deve estar se sentindo incomodado com a posição radical de seu futuro auxiliar e que tomará medidas para não deixar que o seu prestigio popular se enfraqueça antes de tomar posse.

“Não fazemos oposição política a ninguém. Apenas exigimos que a lei, que garante o direito dos pais sobre a educação religiosa e moral de seus filhos, seja respeitada. Ele pode achar muito bonito que as temáticas da sexualidade de gênero sejam pautadas nas salas de aula, mas isso viola os direitos dos pais”, reiterou.

Não é só a Escola sem Partido que resolveu reagir contra o futuro secretário Rafael Parente. A deputada federal eleita Bia Kicis, usou nesta quinta-feira 27 as redes sociais para detonar o futuro mandatário da secretaria de Educação do DF.

 

 

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2 comentários

  1. Vania Cristina da Silva Campos

    Começou mal, precisamos nos libertar das ideologias #escolasempartido

  2. O Rafael pode representar uma boa oportunidade de renovação nos processos de gestão, planejamento e avaliação da Secretaria de Educação do DF.
    Essa história de gênero e escola sem partido está chata. Até o futuro presidente já mudou o tom dessa conversa.
    Deixa o cara chegar e trabalhar!
    Não podemos permitir politicagem, nessa fase inicial de governo.

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