Que arte é essa? Que cultura e que moral são essas manifestas nestas apresentações grotescas?

MULHER NUA É URINADA NA PRAÇA. “ARTE MODERNA”, DIZEM OS ARTISTAS

O deputado federal Elizeu Dionísio (PSDB-MS) causou grande repercussão nas redes sociais ao postar imagens de uma performance da chamada “arte moderna” que aconteceu na USP em 2013, mas que voltou a ser assunto depois da tão polêmica apresentação de um homem nu sendo tocado por crianças recentemente no MAN, Museu de Arte Moderna de São Paulo

A postagem do deputado Elizeu Dionísio mostra uma mulher nua, pintada como se fosse uma pedra – esta é inclusive o nome da performance apresentada pela guatemalteca, Regina José Galindo- representando o tratamento que normalmente é dado às mulheres mundo afora. Pelo menos é a justificativa apresentada para existência da tal apresentação.

A grande discussão é aquela mesma por ocasião da apresentação do homem nu interagindo com crianças, ou ainda a exposição patrocinada pelo Banco Santander em Porto Alegre/RS, quando símbolos religiosos brasileiros foram magnificamente desrespeitados e atacados sob o argumento de liberdade artística de expressão.

Tudo isso é realmente arte? Há mesmo a necessidade de tais apelos escandalosos como pretexto para manifestação artística ou cultural? Por que uma mulher em forma de pedra precisa ser exposta à degradação de ser urinada em público para que isso seja considerado um ato artístico com objetivo positivo? Que arte é essa? Que cultura e que moral são essas manifestas nestas apresentações grotescas?

Até onde a liberdade de expressão artística está autorizada a ir? São questões que precisam ser feitas, respondidas e analisadas com muita honestidade e profundidade. Do contrário, não há como observar crescimento algum da nossa sociedade em nenhum aspecto.
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Um comentário

  1. Carla de Araujo Maga

    É bem verdade que os artistas modernos buscam constantemente novas formas de expressão e, para isto, utilizam recursos como cores vivas, figuras deformadas, cubos e cenas sem lógica, tudo em nome da arte. Essa exposição que grita ser arte moderna nos traz a refletir sobre o que se pretende idealizar nesse contexto. Qual o intuito de se ter uma mulher, pintada de preto, em formato de pedra com a cabeça escondida ao chão?
    Mulher deitada em forma de submissão e constrangimento a esperar que lhe jorrem um liquido fétido e alcalino fazendo alusão aos mais cretinos fetiches para satisfazer mentes insanas e desejos pérfidos em nome da arte? (…).
    Arte moderna tem que dizer a que veio, tem de ser contagiante na sua essência… cenas como essa se tornam um veículo propagador de vergonha e submissão, não posso dizer que isso é arte, e que não venham me dizer que sou ultrapassada e antiquada, entendo sim que essa é uma apelação para falta de criatividade nesse mundo que já é tão cão! Não me admira isso acontecer na USP… e à propósito; qual o legado dessa exposição mesmo?
    Obs: Não sou de esquerda e nem de direita, Sou cidadã que pago meus impostos e que não sou obrigada a ficar calada em nome de uma vergonha intitulada de arte.

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