Chico Vigilante (PT), Reginaldo Veras (PDT), Leandro Grass (Rede), Arlete Sampaio (PT) e Fábio Félix (Psol) são contra a disciplina militar e a favor da bagunça continuada nas escolas do DF.

Se lascaram! Distritais queriam “melar” modelo militar nas escolas, mas foram derrotados

O time da esquerda oposicionista, com assento na Câmara Legislativa, não conseguiu os votos necessários para “melar” a iniciativa do governo Ibaneis de implantar nas esculhambadas  escolas públicas do DF o modelo adotado nas escolas militares. A oposição não conseguiu os votos para aprovar o Projeto de Decreto Legislativo nº 8/2019, de autoria do deputado Leandro Grass (Rede).

Por Toni Duarte//RADAR-DF

O modelo introduzido em quatro unidades da rede pública de ensino que se tornaram a partir desta segunda-feira com “Colégio da Polícia Militar do Distrito Federal” (CPMDF), vai continuar sendo estendido por mais 36 escolas até o final deste ano.

A oposição ao governo bem que tentou mais não conseguiu, sustar os efeitos da portaria da Secretaria de Educação e de Segurança para a implementação do projeto-piloto “Escola de Gestão Compartilhada”.

A proposta de Decreto Legislativo, de autoria de Leandro Grass (Rede), obteve apenas cinco votos a favor pela suspensão da  medida posta em prática na última segunda-feira (11/02) que visa melhorar a qualidade do ensino e a disciplina nas escolas.

Na Comissão de Constituição e Justiça, o deputado Reginaldo Veras (PDT) deu parecer contrário ao novo modelo, mais teve o seu relatório derrotado por 15 votos contra cinco. Foi um vexame.

Já na Comissão de Educação, Saúde e Segurança (CESC), o relatório do deputado Rodrigo Delmasso (PRB) foi a favor da disciplina militar nas escolas por considerar que a iniciativa do governo local está em consonância com a legislação federal.

O deputado Leandro Grass até que tentou criar fatosfake como o de que policiais estavam portando armas dentro das escolas, mas não conseguiu convencer a maioria a votar a favor da sua proposta ante-disciplina militar nas unidades de ensino da rede pública.

Por que o povo quer?

O ano de 2018 foi trágico para a imagem da maioria das 678 escolas públicas do Distrito Federal onde estudam cerca de 400 mil estudantes e trabalham 28 mil professores.

A violência que ficava do lado de fora dos muros invadiu o espaço da educação e profissionais da área já não sabem como lidar com o problema.

O que deveria ser um espaço do saber passou a ser um ambiente onde crianças entram armadas com facas e canivetes nas salas de aula.

Colegas brigam e quebram as instalações do colégio. Professores e funcionários são agredidos e traficantes dominam dentro e fora do ambiente escolar.

A esculhambação tomou proporções gigantescas e incontroláveis que provocou a evasão escolar e altos índices de maus resultados.

O projeto do governador Ibaneis Rocha de adotar a disciplina militar nas escolas do DF já está funcionando em quatro unidades e até o final do ano serão 40 escolas a receberem o mesmo modelo que se tornou a principal bandeira de campanha do presidente da República Jair Bolsonaro (PSL).

Os policiais militares e bombeiros militares são responsáveis pelas atividades burocráticas e de segurança.

Eles fazem também o controle de entrada e saída, além de dar aulas de musicalização, ética e cidadania. No novo sistema os alunos entram em formação para cantar o Hino Nacional.

Os orientadores, coordenadores e professores permanecerão encarregados do conteúdo pedagógico.

A população apoiou a iniciativa, mas alguns setores de doutrina esquerdista, não. Ontem, na Câmara Legislativa, o povo venceu e a turma da esquerda foi derrotada.

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