O senador Cristovam Buarque, além dos distritais Rodrigo Delmasso e Júlio César demonstraram uma expressão do tipo “menos, menos!”.

WANDERLEY GOVERNADOR? COMPANHEIROS BATEM PALMAS, MAS NÃO ACREDITAM MUITO

A cara ensossa do senador Cristovam Buarque (PPS), as palmas sem graça de Rodrigo Delmasso, bem como os braços cruzados e sorriso irônico de Júlio César, são o retrato fiel de que o lançamento da pré-candidatura de Wanderley Tavares ao Buriti, anunciado pelo presidenciável do PRB, Flávio Rocha, nesta quarta-feira (6/6) em Brasília, não empolga nem mesmo os amigos mais próximos do presidente do PRB local

Por Toni Duarte//RADAR-DF

Nem mesmo ele tem chance. Segundo a última pesquisa Data Folha, realizada no mês passado, o empresário Flavio Rocha, dono do grupo que controla a rede de lojas Riachuelo, como pré-candidato à Presidência da República, tem apenas  1%. Rocha está acima de Amoêdo, do Partido Novo, e Henrique Meirelles.

Mas o dono da Riachuelo decidiu que o partido terá candidatura a governador no Distrito Federal para reforçar o seu palanque nacional e lançou o nome do empresário e presidente da legenda local Wanderley Tavares.

Até a semana passada Tavares e os deputados distritais Rodrigo Delmaso e Júlio César, estavam certos de que levariam o PRB-DF para dentro da aliança das “madalenas arrependidas” formada pelos partidos PSDB, PPS, PSD, PRB, PMB, PSDC, PSC, Patriota e PSL.

O candidato da chapa majoritária desse grupo seria o deputado federal Izalci Lucas, pré-candidato ao Buriti pelo PSDB, que tem como candidato a presidência da República o ex-governador de São Paulo Geraldo Alckmin, também sem chance de vitória, segundo as últimas pesquisas.

Para o presidenciável do PRB, o outsider Walderley Tavares tem grande chance de vencer as eleições no DF, sustentação que fez o senador Cristovam Buarque, além dos distritais Rodrigo Delmasso e Júlio César demonstrar uma expressão do tipo “menos, menos!”.

Apesar do desconforto, o anúncio, no entanto, não é uma garantia concreta de que Wanderley esteja disposto a carregar o fardo.

Mas é a senha de que o partido da Igreja Universal do Reino de Deus, almeja, no mínimo, ganhar mais margem de negociação com qualquer candidatura à presidência da República que pode vencer as eleições.

Basta olha para trás para enxergar que nas duas últimas eleições, o PRB ganhou força no cenário nacional aumentando a sua bancada na Câmara e alargou o seu domínio nos estados e municípios. Teve lugar no governo Lula, Dilma e Temer.

A turma de cima da Igreja Universal não tem nada de boba. Se for preciso sacrificar ovelhas e pastores, serão sacrificados em nome do poder.

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